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Nação Hip Hop promove 1º Hip Hop Fest Funk e PM impede show do Facção Central
Publicado por Unknown on domingo, 13 de julho de 2014
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Aconteceu na noite de sexta-feira (11/7) o 1º Hip Hop Fest Funk organizado pela pela Nação Hip Hop, Brasil de Itu, o grupo Caminho Alternativo, Família Black Produções, Rádio Blackout Extreme, nas dependências da sede da Escola de Samba Vale do Sol, na Vila Leis, na cidade de Itu (SP).
"A ideia aqui é trazer para o público do interior que gosta do rap e do funk, principalmente a juventude, a consciência que no interior também é possível fazer o movimento hip hop ganhar corpo e que a periferia desde que se organize e fortaleça ações como a da Nação Hip Hop pode mostrar a sua cara", declarou Alessandro membro do grupo Caminho Alternativo e presidente da Nação Hip Hop na cidade.
O evento contou com uma programação com muitos talentos fortes do rap e do funk regional e nomes de peso no cenário nacional, trazendo as apresentações do grupo Caminho Alternativo, MC Soneca, MC Neguinho CN, MC Das Antiga, DJ Markinho e as grandes atrações, Ordem Própria e Facção Central que embalaram o salão com um público aproximado de 300 pessoas.
"A Rádio Blackout Extreme aceitou trabalhar com a Família Black Produções a convite do Raisuli Ferraz e do Juan Carlos, justamente porque as propostas de trabalho se alinham, o entusiasmo em recuperar
as atividades culturais próprias das periferias e todos os elementos que nasceram e que dão forma a identidade do movimento negro. queremos ir mais longe e temos muitos planos com atividades culturais e festas para Salto, Itu e toda a região", revelou Thiago Cristiam, fundador e diretor da Rádio Blackout Extreme.
Para Juan Carlos, responsável pela Família Black, "o evento cumpriu seu papel, queríamos mesmo era levantar a moral do movimento hip hop aqui em Itu e também aproximar mais a galera do funk para mostrar que com a união dos movimentos o público, a comunidade e os artistas só têm a ganhar com divulgação e o fortalecimento da cultura de rua".
O movimento hip hop continua sendo reprimido
O hip hop continua enfrentando os mesmo problemas de descriminação que persegue e tenta sufocar a voz das periferias há tempos. Todo o show aconteceu na mais perfeita paz com os artistas do cenário do rap nacional, não houve nenhum incidente de tumulto, confusão ou qualquer irregularidade.
Todos trâmites administrativos para a realização do evento foram tomados cuidadosamente pelos organizadores; no entanto, quando o grupo Facção Central foi anunciado no palco, uma viatura da Polícia Militar (PM) passava pelo local, tudo corria bem e tantos meninos e meninas que nasceram e cresceram ouvindo as letras de música de denúncia e de resistência ao sistema puderam compreender as rimas lançadas no salão ao ver o circo armado pela PM, que fechou a entrada do local com 4 viaturas e cerca de 20 homens. Era 3h50 da madrugada, quem passava pelo local tinha a impressão de uma mega operação policial, pois as sirenes tilintando a arrogância da autoridade que se impunha com sub-metralhadoras em punho ocultavam uma atividade de entretenimento e consciência de uma juventude pensante.
Sob a alegação de denúncia de perturbação do sossego público policiais ameaçaram adentrar ao local e quando interpelados sobre quem era o autor da denúncia, de um salão situado em local isolado, sem vizinhos a frente, atrás, a esquerda ou direita, a resposta acompanhada do olhar frio da autoridade que se sustenta na bala e na ameaça teve apenas uma resposta: "Vocês vão parar a festa ou vamos ter que invadir o local, encostar todo mundo na parede para geral, revistar todos os veículos aqui estacionados e parar todos em blitz quando saírem daqui para levar todo mundo pro DP?"
Os organizadores e o grupo Facção Central se desculparam com o público pelo infortúnio da interrupção do show, dispersou os manos e minas com uma ideia plantada no coração e na mente, "precisamos mudar o sistema que persegue e extermina a favela". Todos se dispersaram sem haver nenhum tumulto, a corporação deixou o público passar sem incômodo algum. Adentraram o salão e constataram que não havia nenhuma situação de irregularidade e ficaram com a sensação do dever cumprido, por ter acabado com a festa.
Nação Hip Hop e Comunidade Negra de Tietê realizam jogo para promover a integração do movimento
Publicado por Unknown on quinta-feira, 12 de junho de 2014
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| Time da Nação Hip Hop Brasil de Salto |
A Nação Hip Hop Brasil de Salto e a Comunidade Negra de Tietê realizaram um jogo amistoso de futebol de campo no dia 10/5, na cidade de Tietê (SP). A atividade organizada pelas entidades teve a finalidade de integrar os seus membros e mostrar que a luta dos movimentos sociais também podem devem ser feitas com alegria e de outras formas além dos círculos de palestras.
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| Equipe da Comunidade Negra de Tietê |
"O esporte tem essa facilidade de fazer com que as pessoas se exponham de forma natural, muitas vezes uma pessoa mais tímida, fala pouco ou nada fala nas atividades de formação ou nos debates, mas numa atividade descontraída como o futebol permitimos que nossos membros tenham maior espontaneidade de se aproximar e trocar ideias naturalmente", disse Raisuli Hudson Ferraz, vice-presidente nacional da Nação Hip Hop Brasil e presidente de honra da entidade em Salto.
O jogo foi muito equilibrado e ao final do segundo tempo o placar marcava Nação Hip Hop Salto 2 X 1 Comunidade Negra de Tietê.
Presidente da Nação Hip Hop de Salto realiza oficina na ETEC Interlagos
Publicado por Unknown on quinta-feira, 5 de junho de 2014
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| O hip hop é a línguagem das periferias |
O presidente da Nação Hip Hop Brasil de Salto, o B-boy André Break esteve na Escola Técnica (ETEC) Interlagos, na cidade de São Paulo (SP), no dia 17/5, onde realizou uma aula workshop sobre a cultura hi hop para um público de 40 alunos, mostrando um pouco de como interagem os quatro elementos estão presentes no dia-a-dia das comunidades, como manifestação de uma cultura original de periferia.
O B-boy graduando do curso de Educação Física, na Uni Sant'Anna de Salto (SP), desenvolveu a atividade a partir do convite de um dos seus professores da faculdade que também leciona na ETEC e que admira o trabalho que André realiza tendo como base a sonorização e a dança.
"Em outros tempos a cultura hip hop não era reconhecida como uma forma de cultura, era muito discriminada por pessoas que desconheciam a sua origem e seu movimento, associavam tudo que era do universo do hip hop com a marginalidade. Não que hoje ainda não haja resistências a serem vencidas, mas um trabalho como esse, onde os diretores e outros educadores trazem seus alunos para entender essa cultura já cria outro entendimento daquilo que o MC, o DJ, o graffiteiro e B-boys ou B-girls estão querendo transmitir nas suas atividades", explicou André Break.
André também apresentou um pouco do trabalho da Nação Hip Hop Brasil, entidade fundada em 2003 e que até hoje é a maior representação da América Latina responsável em promover e defender o segmento, com atuação sempre muito presente nas discussões de juventude.
ONG 1 Milhão de Amigos convida Sérgio Mercês para contribuir nos atos administrativos da entidade
Publicado por Unknown on segunda-feira, 2 de junho de 2014
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O secretário de Comunicação do PCdoB Salto, Sérgio da Costa Mercês, esteve na Feira da Industria do Comércio da Agricultura e Turismo (FICAT), no dia 24/5 e acompanhou o atendimento da ONG 1 Milhão de Amigos, no stand das entidades sociais.
As professoras Eliete Bueno e Lélia Frias foram as responsáveis em dar informações sobre a entidade que desde 2003 desenvolve o projeto "Cultura de Paz nas Escolas" através de palestras, encontros e atividades lúdicas que envolvem estudantes, educadores e pais dos alunos.
"As entidades de terceiro setor carecem de pessoas que tenham experiência com atos administrativos e conheçam os trâmites do poder público, acredito que a experiência que o Sérgio Mercês traz dos trabalhos que realizou na administração municipal junto da Coordenadoria da Juventude e na gestão do Projeto Juventude Cidadã podem enriquecer nosso trabalho na ONG", disse a presidente da entidade, Eliete Bueno.
"Sempre estive ligado as atividades de juventude, desde a minha atuação na Pastoral da Juventude (PJ) e meus trabalho frente ao Grêmio Estudantil na E. E. Mirinha Tonello, no Centro Acadêmico da Fatec Indaiatuba, a fundação da Nação Hip Hop Brasil em Salto; no poder público como bem lembrou a professora Eliete eu tive a oportunidade de assumir interinamente a Coordenadoria da Juventude e fui o prestador de contas do Projeto Juventude Cidadã. Será um grande prazer dispor dos conhecimentos acumulados para fortalecer e potencializar os trabalhos da ONG 1 Milhão de Amigos", afirmou Mercês.
Em tom de surpresa Eliete Bueno diz que a ONG está preparando novas ações para o segundo semestre no sentido de atingir um número maior de pessoas. "Após a Copa a ONG tem uma agenda renovada e terá um trabalho mais intenso em todas as escolas da cidade", revela a presidente.
UJS realiza 1º Curso de Formação da Macrorregião de Sorocaba em julho
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Enquanto as fardas ainda se faziam presentes em Brasília, jovens anunciavam na Assembléia Legislativa de São Paulo “Somos jovens operários, camponeses, estudantes, artistas e intelectuais. Buscamos o futuro e a liberdade, os direitos que nos são negados, a esperança banida, a vontade subjugada”. Mais de 600 jovens presentes afirmaram a necessidade de luta por um Brasil socialista. Estava fundada a União da Juventude Socialista.
Nos dias 19 e 20 de julho será realizado o 1º Curso de Formação da União da Juventude Socialista (UJS) da Macrorregião de Sorocaba. O curso será realizado na cidade de Capela do Alto e tem como público-alvo estudantes do ensino médio, de cursos pré-vestibulares, universitários e jovens em geral até os 29 anos.
A UJS foi fundada em 1984, pelo ex-presidente da União Nacional dos Estudantes, José Aldo Rebelo Figueieredo, hoje além de jornalista é Ministro dos Esportes, do governo Dilma. A entidade tem como objetivos principais a defesa do direito da juventude à liberdade, ao trabalho, educação, saúde, esporte, lazer e cultura; a divulgação e estudo do socialismo científico entre a juventude; a defesa a democracia, a soberania e a independência nacional e a defesa da natureza e o meio ambiente.
"A algum tempo atrás, os mais velhos sempre diziam que a juventude era o futuro do pais e, ao mesmo tempo, declaravam que nada mudava em no Brasil porque a juventude não queria se envolver de forma séria nas discussões políticas. Após as manifestações de junho do ano passado percebemos que estamos num momento diferente e que temos que oferecer além de formação, também espaços para que os jovens possam exercer sua cidadania e contribuir para o avanço das políticas públicas", disse Dunga Rodrigues, secretário de Juventude do PCdoB Salto.
Os interessados em participar do curso devem entrar em contato com o presidente da UJS da Macrorregião de Sorocaba, Peter Lucas, pelo telefone (15) 9-9679-6372 ou através da página do evento no Facebook (clique aqui).
André Break e Soul Faces realizam oficina no Costela e falam do trabalho da Nação Hip Hop
Publicado por Unknown on quarta-feira, 28 de maio de 2014
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O presidente municipal da Nação Hip Hop Brasil, o B-boy André Break realizou uma oficina sobre a cultura hip hop na E. E. Maria de Lurdes Moraes Costela, no Jd. Santa Cruz, em Salto (SP), com a parceria do compositor e cantor MC Edimilton do grupo Soul Faces, no dia 7/5.
O B-boy André Break é graduando no curso de Educação Física pela Uni Sant'Anna e a convite do professor Fábio Castro teve a oportunidade de falar e mostrar um pouco mais sobre os quatro elementos do hip hop com ênfase para a dança.
Na aula o B-boy trabalha a coordenação motora através de coreografias, iniciando com o aprendizado de saber ouvir a música, sentir e contar o ritmo para traduzi-lo através da expressão corporal com passos simples que os alunos podem reproduzir sem muito esforço, após um breve aquecimento e repetição dos movimentos.
André também apresenta a Nação Hip Hop Brasil, a maior entidade da América Latina dedicada à cultura hip hop. Fundada em 22 de Janeiro de 2005, atualmente está organizada em 12 estados e no Distrito Federal, contando com o apoio de diversos artistas, colaboradores e instituições em todo o território nacional. A Nação Hip Hop Brasil participa de diversos fóruns, redes e coletivos, atuando e contribuindo na disseminação do movimento e nas ações de políticas públicas para a juventude. A Nação Hip Hop Brasil é a entidade representante do segmento, no Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE).
"A proposta da aula se torna um momento lúdico muito gostoso de estar ali passando através da música e da dança o sentido que existe nesses elementos que foram construídos por uma história das lutas das periferias que teve no hip hop o instrumento de expressão. A atividade foi tão bacana que a coordenadora da escola se envolveu conosco na aula e permaneceu na atividade junto com os alunos até o fim", disse André Break.
Mulheres São Paulo precisa avançar!
Publicado por Unknown on quinta-feira, 15 de maio de 2014
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| Rozina Conceição e Marta Cavalcante, presidentas municipais da UBM de São Paulo e de Itu |
Mais democracia e mais poder para as mulheres
O estado de São Paulo, nos últimos 20 anos, tem sido governado pela direita conservadora e seus aliados, remando na contra mão do projeto de desenvolvimento nacional iniciado em 2002, com a eleição de Lula e em continuidade com a histórica eleição da primeira mulher à Presidência da República, Dilma Rousseff. Entretanto, a violência doméstica e familiar exerce ainda grande impacto nas taxas de homicídio contra mulheres. Como resultado, num ranking de 84 países, ordenados segundo as taxas de homicídios femininos, o Brasil é o 7º onde mais se matam mulheres. O Brasil avança implementando políticas concretas e eficazes para a transformação social do país, o estado de São Paulo segue na contramão da história e é excludente em políticas para as mulheres.
São Paulo tem uma taxa de 3,2 homicídios femininos a cada 100 mil mulheres, de acordo com o Mapa da Violência 2012. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, oito mulheres são agredidas no estado paulista a cada hora, a exemplo da falta de aplicação da Lei Maria da Penha, que tem sido uma das principais cobranças dos movimentos de mulheres. Em vez de aumentar o número de delegacias da mulher e o atendimento 24hs, afinal maior parte da violência contra a mulher ocorrem à noite e nos finais de semana, o governo estadual faz vista grossa à situação de violência.
Além disso, cresce a violência contra as mulheres nos transportes públicos, através do assédio sexual e das fotografias íntimas, que objetificam os corpos das mulheres sem que o governo do estado faça nada para coibir ou, pior, ainda incentivando através de campanhas que confundem assédio sexual, acosso, com “xaveco”. Precisamos denunciar que a saída para tal situação não são os chamados ônibus ou vagões “rosa” que, antes de resolver o problema, confinam as mulheres a um espaço ínfimo e insuficiente e acabam por reforçar a cultura da culpabilização das vítimas pela violência sofrida.
Na periferia cresce o número de “justiceiros”, incentivados por programas sensacionalistas de rádio e TV; por matérias tendenciosas em jornais e revistas e na internet, através de blogs e redes sociais. Denunciamos o papel da grande mídia, que blinda o governo ao não divulgar as suas mazelas e os inúmeros pedidos de CPI relacionados ao governo estadual, engavetados sem sequer chegar ao conhecimento da opinião pública.
As polícias vêm exterminando jovens negros como sendo a única alternativa à violência no estado, menos escolas e mais presídio, onde milhares de jovens, sobretudo negros, são jogados sem nenhuma perspectiva de oportunidade para reconstrução de suas vidas após o cumprimento da pena e a soltura. Precisamos denunciar essa política repressiva que dizima os sonhos da juventude, e quer fazê-lo cada vez mais cedo, através das tentativas de redução da maioridade penal, política fascista que não resolve os problemas da segurança pública e irá agravar a situação prisional do país.
O número de mulheres assassinadas por seus companheiros, estupros e violência de toda ordem é crescente, atingindo bem mais as mulheres negras. A violência contra as mulheres atinge diretamente a família e a sociedade.
Precisamos urgentemente olhar as eleições em 2014 de maneira muito responsável, pois são dois projetos antagônicos em disputa, ou avançamos mais nas mudanças acompanhando o projeto nacional, popular e democrático, ou retrocedemos e estagnamos: como já ocorre do Estado de São Paulo.
Diferente do governo estadual, por exemplo, o novo governo da capital paulista consegue avançar e atender a uma antiga reivindicação do movimento feminista – UBM inclusa - e cria a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, mas que ainda precisa ampliar e aprimorar seus canais de diálogo com os movimentos sociais, feministas e sindical.
Outra grande vitória da UBM e das mulheres na Capital, através do vereador Orlando Silva do PCdoB, sensível à luta das mulheres por igualdade, foi a aprovação na Câmara Municipal o PL nº 638/13, que institui a paridade de gênero (ou seja, pelo menos 50% de mulheres) na composição de todos os conselhos de controle social do município, inclusive nos conselhos de gestores.
Por isso, queremos um novo governo no estado, comprometido com as nossas reinvidicações, precisamos participar do processo eleitoral, eleger parlamentares que tenham compromisso com a nossa luta por igualdade de direitos e poder político: mais mulheres no poder “Para São Paulo Avançar”!
Propostas e bandeiras de luta
Participação Política
- Apoio à Reforma Política Democrática, com recorte de gênero.
Trabalho e Economia
- Lutar pela criação de linhas de fomento e apoio para iniciativas de mulheres organizadas em coletivos com práticas comprovadas de economia solidária;
- Lutar pela criação de núcleos de formação profissional para mulheres e
- Aprofundar, divulgar e debater o PL 6653/09, o PL da Igualdade, que institui salário igual para trabalho igual.
Violência contra a mulher
- Lutar pela adesão e implementação pelo estado de São Paulo ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres com Ampliação de unidades de Casas Abrigos, Centros de Referências, Delegacias da Mulher com grupos de técnicos multidisciplinares qualificados para o atendimento às mulheres 24h;
- Aprofundar o debate acerca das propostas dos ônibus e vagões “rosas” que está proposto para “minimizar” a violência sexual contra a mulher no transporte público de SP, mas que acaba confinando as vítimas, culpabilizando-as e
- Desenvolver campanhas, em parceria com os equipamentos públicos municipais, tais como as Secretarias e Coordenadorias Municipais de Políticas para as Mulheres, de combate à violência, em parceria com o movimento feminista e sindical.
Saúde da Mulher, direitos sexuais e direitos reprodutivos
- Lutar pela criação/estímulo/fomento para casas de parto humanizado;
- Lutar pela criação de centros de referência de saúde da mulher e
- Defesa da Saúde e dos direitos sexuais e direitos reprodutivos das mulheres.
Luta Anti-racista
- Enfrentamento do Racismo, com adesão ao SINAPIR, Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e Cotas no Serviço Público e educação para a população negra, indígena e cigana e
- Lutar pela criação de centros de referência para valorização da mulher negra.
Educação não sexista
- Educação de qualidade laica, integral, não sexista e não homolesbotransfóbica, com supervisão intensiva dos parâmetros curriculares, respeitando a Lei 10.639/03 e 11.645/03 e a LDB.
Tráfico de mulheres e exploração sexual
- Combate ao tráfico e à exploração sexual de meninas, jovens e mulheres, que atingem mais às mulheres negras.
Mulheres com deficiência
- Incluir as mulheres com deficiência nos fóruns municipais, estaduais e federais;
- Incluir e fortalecer a participação de crianças e mulheres com deficiência como modelos, artistas, atores e atrizes, e demais espaços na mídia, valorizando a diversidade;
- Efetivar ações de defesa das mulheres, homens e crianças com deficiência no combate contra a violência, avaliando dados estatísticos, pouco divulgados e
- Capacitação dos profissionais no Combate à Violência no atendimento das pessoas com deficiência.
Aprovado por unanimidade pelo plenário do 9º Congresso Estadual da UBM/SP
São Paulo, 10 de maio de 2014.
CNBB aprova documento sobre a Questão Agrária no Brasil
Publicado por Unknown on segunda-feira, 12 de maio de 2014
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O plenário da 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil aprovou na tarde da última quarta-feira (7), o Documento sobre a visão da Igreja em relação à Questão Agrária Brasileira no século 21. O processo de construção começou há 5 anos. Desde o ano passado foi publicado como um texto de estudo da CNBB e recebeu contribuições de diversos bispos e dioceses.
O Documento aprovado está dividido em três partes. Na primeira, faz uma contextualização da situação agrária atual. “Nessa parte, os bispos mostram quais são os gritos ensurdecedores que brotam de tantas realidades, como os povos indígenas, os quilombolas, os pescadores, os ribeirinhos, os extrativistas”, explica o presidente da Comissão Pastoral da Terra, dom Enemésio Lazarris.
A segunda parte traz o olhar dos bispos sobre a atual questão agrária, abordando a posse e o uso da terra à luz da Sagrada Escritura e dos Documentos da Igreja. Já na terceira parte, surgem os compromissos pastorais diante da questão.
Dom Enemésio destaca que o Documento “é a palavra de mais de 350 bispos hoje para a sociedade em geral sobre este tema importante”. Segundo ele, “não se destina apenas para dentro da comunidade eclesial, mas para toda a sociedade”.
A parte final do Documento apresenta os desafios diante de realidades bem concretas: trabalho escravo, defesa da natureza, cuidado com a água, produção de energia sustentável. O episcopado também cobra do poder público uma posição sobre esta realidade. “Acreditamos que esse documento seja apresentado aos candidatos aos governos estaduais e federal, dizendo qual é a posição da Igreja em relação à questão agrária, e sobretudo sobre a função social da terra e da propriedade”, disse o bispo.
Fonte: CNBB
Barão de Itararé realiza oficina de comunicação colaborativa
Publicado por Unknown on quarta-feira, 7 de maio de 2014
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O Centro de Estudos da Mídia Alternativa promoverá no próximo sábado, dia 10, uma oficina de comunicação colaborativa com práticas de fotografia, diagramação, vídeo e jornalismo colaborativo. A inscrição é gratuita e pode ser feita através do e-mail baraoitararesp@gmail.com.
O objetivo da oficina é qualificar a intervenção de ativistas nas redes sociais e outras ferramentas da internet. A parte técnica será trabalhada nas oficinas, assim como a linguagem mais adequada para cada mensagem.
A oficina de vídeo será dada pelo cineasta e arte-educador Anderson Lima, que também é oficineiro do Museu da Imagem e do Som. O foco será a apresentação de técnicas funcionais para os vídeos que tenham como plataforma a internet. Desde a captação do material até noções de edição.
A oficina de Jornalismo Colaborativo será feita pela jornalistas Claudia Rocha, do Barão de Itararé e por Érica Aragão, que é jornalista da TVT. O intuito é fazer com que o aluno esteja apto para promover uma denúncia jornalística na internet. A oficina vai percorrer o caminho desde a pauta até a finalização da matéria.
Já a mesa de Fotografia será realizada pela jornalista e fotógrafa Carolina Conti e a também fotógrafa Tatiana B Vasconcelos. A sensibilidade do olhar, a qualidade de enquadramento da foto podem destacar a mensagem e refletir temas sociais e relevantes.
A parte da diagramação será feita em parceria com o Coletivo Fora do Eixo. A ideia é transmitir os conceitos e movimentos básicos da diagramação como parte fundamental para passar uma mensagem clara e objetivas nas redes.
As inscrições podem ser feitas até o dia 09 de maio, às 23 horas, através do e-mail do Barão de Itararé. O único critério é ter o celular, máquina fotográfica ou computador para poder fazer as oficinas.
Fonte: Barão de Itararé de São Paulo
Entrevista: Renata Rosa eleita presidenta da UJS/SP
Publicado por Unknown on segunda-feira, 5 de maio de 2014
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A União da Juventude Socialista do Estado de São Paulo elegeu por aclamação em seu 17º Congresso a jovem guerreira Renata Rosa de Souza Candido, conhecida carinhosamente como “Renatinha”. Mulher negra de 24 anos, secretária de organização da gestão de Carlos Siqueira (Carlão) agora será responsável por presidir a maior bancada da UJS no país. Renata atuou na Pastoral da Juventude, também foi militante do grêmio estudantil da escola Osvaldo de Oliveira em Suzano e presidiu a UJS Suzano.
Por Eder Bruno, Vermelho SP
Em sua opinião, o que é representar a maior bancada da UJS no país?
São Paulo é um estado muito importante para o Brasil em diversos aspectos e dentro da UJS não poderia ser diferente. Representar a UJS São Paulo é uma grande honra e é com muita felicidade que aceito o desafio. A responsabilidade é enorme e os desafios também, mas tenho certeza que essa direção que se inicia, assim como a que se encerrou, tem muito compromisso com nossa organização e fará uma excelente gestão.
Você disse em seu discurso após eleita que a UJS será conhecida por todo estado, como pretende fazer isso?
Toda nossa militância vai às ruas incansavelmente com muito brilho nos olhos e criatividade, passar nas escolas e universidades, conversar com os jovens artistas, trabalhadores, esportistas. Vamos melhorar também nossa atuação nas redes sociais e apresentar a UJS e as nossas ideias para todos os jovens, em todos os cantos.
Você assume a UJS São Paulo em ano de Copa do Mundo e Eleições, como será a postura da entidade diante dos embates que virão?
Vamos disputar a Copa do Mundo no campo e fora dele. A verdade é que estão bombardeando um monte de mentiras e falsas contradições pra confundir a população e em especial a juventude, porque estão usando isso como parte da disputa eleitoral. Colocaram a Copa no centro da disputa por falta de programa pro Brasil. Nós temos algumas críticas quanto às posturas autoritárias da FIFA, a elitização do futebol que vem de antes da Copa do Mundo ser aqui, entre outras! Mas sabemos da importância da copa, especialmente num país como o Brasil e vamos batalhar para que seja positiva. Vamos colocar telões em alguns cantos do estado para assistir aos jogos e fazer o debate correto, além de torcer muito para nosso país ser Hexa Campeão e tenho certeza que vai!
Para além dos embates deste ano, quais serão os grandes desafios de sua gestão?
Temos o desafio de crescer e ampliar cada vez mais a influência da UJS na juventude e na sociedade como um todo. Temos a meta de filiar 60 mil jovens na nossa organização. Já estamos presentes em todas as regiões do estado de São Paulo e agora é hora de enraizar nosso trabalho e ter mais vida orgânica em cada região, em cada município e em cada núcleo. Conseguir assim, cada vez mais diversificar nossa atuação. Além de eleger nossos candidatos esse ano, vamos precisar disputar os mandatos para aprofundar as mudanças.
Qual seu objetivo político dentro da maior entidade de juventude política organizada do país?
O principal objetivo político é ajudar a fazer do Brasil um país socialista e ganhar mais jovens para travar essa luta com a gente. Não é fácil, é só pensarmos que desde o nascimento, as pessoas estão sendo educadas para se conformarem com as coisas da forma como elas estão! A mídia, as famílias, a escola, tudo a todo o momento dizendo que os jovens precisam se preocupar em ter determinadas coisas, em “vencer na vida”, dizendo que é necessário que se encaixem em determinados padrões. Não temos esse aparato todo, temos nossa militância e só! Temos os 3 minutos que nos deixam passar em sala de aula, isso quando nos deixam. Mas estamos firmes na disputa pelo pensamento e pelos sonhos da juventude. Nossa militância está muito convencida, animada e convicta. As grandes batalhas deste ano são importantíssimas nesse sentido. Precisamos desenvolver o país, melhorar a vida do povo e elevar o nível de consciência para chegarmos mais próximos do país dos nossos sonhos.
Você é uma jovem mulher negra, a segunda a presidir a entidade, neste caso, os desafios são maiores?
Com certeza são. A sociedade ainda é muito preconceituosa e é muito mais difícil para quem é jovem, para os negros e para as mulheres passar por todos os obstáculos e todas as diferenças de oportunidades e assim, se estabelecer. Pode olhar o retrato dos parlamentos, dos cargos executivos, definitivamente não é a cara e nem a representação do povo brasileiro, que é em sua maioria formado por mulheres e negros. Felizmente a UJS tem avançado muito no que se refere ao protagonismo das mulheres em nossa organização e é sem dúvida, a organização de juventude que mais representa a diversidade e a cara a juventude brasileira.
Quais serão suas principais atribuições neste curto espaço de tempo até o congresso nacional da UJS? Há um preparo antecipado da bancada?
Nessa etapa que vai até o congresso nacional da UJS, estamos forte na campanha de filiação e mobilização. Vamos sair de São Paulo com 12 ônibus. Para além disso, ainda temos alguns congressos municipais que vão acontecer, entre eles o da capital de São Paulo e já estamos concentrados nisso.
Unegro repudia campanha #SomosTodosMacacos
Publicado por Unknown on domingo, 4 de maio de 2014
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Por Mariana Serafini, do Vermelho
A União dos Negros pela Igualdade – Unegro – lançou na quarta-feira (30), uma campanha em repúdio à #SomosTodosMacacos que tomou conta da internet na segunda-feira (28). A entidade lança a campanha #NãoSomosTodosMacacos - Somos Seres Humanos, para enriquecer o debate em torno do combate ao racismo.
De acordo com o presidente da Unegro no estado de São Paulo, Julio Vieira, a entidade vê de forma pejorativa chamar outras pessoas de “macacos”. “Esse termo é de rebaixamento do ser humano, somos radicalmente contra. Se fosse do ponto de vista positivo chamariam as pessoas brancas de macacos também e isso não acontece”.
Julio afirma que a atitude do jogador Neymar foi infeliz. “Talvez tenha sido falta de conhecimento”, justifica. O militante afirma que o termo “macaco” é utilizado para rebaixar, chamar de primata, e nunca para mostrar união e combate ao racismo. “Somos seres humanos, evoluídos, não somos macacos e não vamos repercutir uma afirmação pejorativa assim”.
A campanha #SomosTodosMacacos ganhou corpo na internet após o jogador Neymar postar uma foto em sua conta pessoal no Instagram segurando uma banana, ao lado do filho que segurava uma pelúcia no formato da fruta. A ação em solidariedade ao jogador Daniel Alves - vítima de preconceito em campo durante o jogo entre Barcelona e Villarreal, no domingo (27) – repercutiu rapidamente entre centenas de outros famosos que também postaram fotos comendo bananas, entre eles, Valezca Poposuda, Michel Teló, Luciano Huck e Angélica.
Quando o lateral-direito brasileiro foi cobrar um escanteio, um torcedor atirou uma banana no campo. Sem titubear, o jogador descascou a fruta e a comeu. Em seguida, continuou o jogo. Mais tarde afirmou “meu pai sempre diz que banana faz bem para câimbra”.
A atitude de Daniel Alves foi ovacionada e causou uma onda de solidariedade à luta contra o racismo no futebol. A Unegro também parabeniza o jogador pelo tom que deu à provocação e vê com bons olhos o ato de ter comido a fruta em campo.
Na noite da terça-feira (29), a entidade publicará uma nota em repúdio à campanha #SomosTodosMacacos.
Em São Paulo, parada do Orgulho LGBT celebra a diversidade
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Embalados pela música eletrônica, milhares de pessoas aproveitam a tarde de sol para celebrar a diversidade na Avenida Paulista. Neste ano, a 18ª Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), que tradicionalmente ocorre em junho, foi antecipada para não coincidir com a Copa do Mundo.
“Mudamos [a data] pensando no bem-estar de quem veio para a parada. Porque eu tive a informação que 40% da rede hoteleira estão reservados para a Copa. E a parada ocupa 100%”, explicou o presidente da associação da parada, Fernando Quaresma.
A associação não informou, no entanto uma expectativa de público para o evento deste domingo (4). Os participantes, que lotavam a avenida no início da tarde, começaram a chegar já pela manhã e a se concentrar perto do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Por volta das 14h, a bandeira do arco-íris, símbolo do movimento LGBT, passava pela Rua da Consolação rumo à Praça da República, onde ocorrerão os shows de encerramento.
Com fantasias de inspiração cinematográfica, as drag queens, e as transexuais, vestidas com roupa de festa, faziam sucesso com o público. Alguns se contentam só com um aceno ou sorriso. Muito frequentes, porém, são os pedidos para uma foto. A transexual Lara Pertille disse que não se incomoda com o assédio. “As pessoas podem se encantar com essa fábrica de beleza. As pessoas podem se encantar com tudo que é novo. Bom que elas estejam descobrindo algo novo”, disse.
Para Lara, a parada é um momento de afirmação para as transexuais e o restante de comunidade LGBT. “Acho que é um dia de protesto, de visibilidade. Um dia para mostrar que existimos, que pagamos impostos e que somos limpinhos”, ironizou a jornalista de 26 anos que veio de Paulínia, interior paulista.
O estudante universitário Anderson Melo contou que veio de Mairinque (SP) para se divertir e protestar. “Além de toda a festa, eu faço questão de me integrar à militância [LGBT]”, ressaltou. Ele se preocupa, entretanto, que o apelo festivo enfraqueça a mensagem contra o preconceito. “Talvez esse formato tire um pouco da atenção da causa social. Não para o público LGBT, mas para quem vê de fora.”
A festa não é um problema para a consultora financeira Ana Braz. “Eu acho super legal esse tipo de manifestação, é alegre e dá um ar diferente”, disse Ana, que é heterossexual.
Fonte: Rede Brasil Atual
Três cidades brasileiras terão novas eleições neste domingo
Publicado por Unknown on sábado, 3 de maio de 2014
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Três municípios farão novas eleições para prefeito e vice-prefeito neste domingo (4): Cabeceiras, em Goiás, Mossoró e Francisco Dantas, no Rio Grande do Norte. Os eleitores dessas cidades voltarão às urnas devido à cassação dos mandatos dos candidatos que venceram as eleições em 2012, anuladas pela Justiça. O período de votação é das 8h às 17h.
De acordo com resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as eleições devem ser marcadas sempre para o primeiro domingo de cada mês pelos tribunais regionais eleitorais (TREs). Os prefeitos e vice-prefeitos das três cidades foram considerados culpados pela compra de votos.
Em Cabeceiras, que conta com cerca de 6 mil eleitores, no leste de Goiás, divisa com Minas Gerais, o prefeito e o vice-prefeito eleitos em 2012, Nadir de Paiva e Bim de Oemis, foram considerados inelegíveis por oito anos pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado. Concorrerão no pleito de amanhã os candidatos Antônio Cardoso da Silva (PSL), Joaquim Machado Sobrinho (PP), Everton Francisco de Matos (PSL) e Wanderson Gonçalves de Melo (PP).
Em Mossoró, a maior das três cidades, com 167.246 eleitores, a prefeita Claudia Regina e seu vice, Wellington Carvalho, também foram declarados inelegíveis por oito anos por abuso de poder político e econômico e conduta vedada a agente público, além de compra de votos. Concorrem à prefeitura nas novas eleições Francisco José Lima Silveira Júnior (PSD), Gutemberg Henrique Dias (PCdoB), Josué de Oliveira Moreira (PSDC) e Raimundo Nonato Sobrinho (PSOL).
Na cidade de Francisco Dantas, a menor das três, com 2.356 eleitores, foi decretada a inelegibilidade do prefeito Gilson Dias e do vice, Ribeiro Alecrim. O TRE do Rio Grande do Norte deferiu apenas o registro do candidato Wandeilton Bezerra de Queiroz, da coligação Unidos por Francisco Dantas” (PMDB/PSD/PSB/PTB), para concorrer nas eleições deste domingo. A votação nas três localidades será das 8h às 17h.
Fonte: Agência Brasil
UBM discute "Mais poder político para as mulheres" em Itu
Publicado por Unknown on quinta-feira, 1 de maio de 2014
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A União Brasileira de Mulheres (UBM) realizará amanhã (2/5) uma plenária regional, das 17h às 22h, no Sindicato dos Servidores Municipais de Itu (Sismi), situado na rua Irmão Micai, n.º 200, no Pq. N. Sra. da Candelária. A atividade é uma etapa preparatória ao 9º Congresso Nacional da UBM de 4 a 6 de junho desse ano, em Luiziânia (GO).
A Executiva Nacional da UBM lançou a convocação de seu 9º Congresso Nacional, com o tema “Mais Poder Político para as Mulheres”; o congresso também se realiza quando se completam 50 anos do duro golpe militar que tirou vidas de mulheres e homens lutadores de nosso povo, impediu os avanços sociais e estrangulou a democracia. Realizar o congresso neste ano é intensificar o sentimento de luta pelas liberdades, pela democracia, contra o capitalismo e o patriarcado.
Segunda Marta Andrade, presidente da UBM em Itu, as mulheres brasileiras, incorporadas na UBM, reafirmarão o caminho na defesa das políticas públicas de Estado capazes de contribuir para o enfrentamento de todas as formas de violência; para a promoção da igualdade salarial entre homens e mulheres; para a garantia dos direitos sexuais e direitos reprodutivos; para o combate a todas as formas de racismo, homofobia e intolerância religiosa; para a prevenção, denúncia e punição de crimes de tráfico de mulheres e escravidão sexual; para a promoção da imagem da mulher real pelos mais diferentes meios de comunicação de massa.
Ângela Meyer eleita presidente da UPES
Publicado por Unknown on domingo, 27 de abril de 2014
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| Reconstruir nossas escolas e construir uma UPES do tamanho dos nossos sonhos |
A presença das jovens mulheres no movimento estudantil paulista inicia mais um capítulo. No último domingo (13/04), em Americana, com mais de 500 delegados em urna, mais de 250 escolas de todas as regiões do estado envolvidas no processo eleitoral.
Uma nova menina é eleita presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), Ângela Meyer, de 19 anos que na gestão anterior ocupou o cargo de diretora de comunicação.
A líder estudantil que na última gestão acompanhou mais de 40 manifestações e paralisações que inseriram a juventude secundarista de São Paulo em momentos decisivos para educação brasileira traça a partir de agora as novas diretrizes para o movimento estudantil. Encerrando o último período em que esteve na linha de frente da greve dos professores da rede pública por mais investimento na educação, paralisações nacionais da UBES, Jornada de Lutas da Juventude, greve das ETEC’s e tantas outras manifestações contra o autoritarismo nas direções escolares, nas ruas contra o aumento das passagens e melhorias no transporte público na cidade, a UPES inicia um novo ciclo.
Movidos pelas transformações que levantam os grêmios estudantis nas escolas, as passeatas nos bairros e a organização das entidades municipais que cumprem firme seu papel de representar os secundaristas na “selva” que é a cidade grande. O representativo Conupes desse final de semana encerrou a gestão de Nicoly Mendes, outra jovem mulher que presidiu a UPES, abrindo os novos caminhos para combater o machismo, a homofobia, o racismo, o autoritarismo a falta de investimento, e por fim, como diz Ângela, “construir uma entidade do tamanho dos nossos sonhos”.
Entrevista com Ângela Meyer
Reconstruir nossas escolas e construir uma UPES do tamanho dos nossos sonhos
Como definir em poucas palavras a importância do 17º Congresso da UPES?
O 17º Congresso da UPES foi extremamente importante e representativo, debatemos a reserva de vagas, o passe-livre, a atuação do Movimento Estudantil e a questão do machismo nas escolas. Reunir 500 estudantes no estado de São Paulo apesar da presença das direções autoritárias nas escolas é uma grande vitória.
No último período, você acompanhou de perto os dois anos de gestão que marcaram muitas conquistas e o surgimento de novos caminhos de luta. Para você, qual foi o principal destaque para a entidade?
Nos últimos dois anos pulverizamos o trabalho da UPES e a atuação do Movimento Estudantil secundarista pelo estado, conseguindo dialogar com estudantes de muitas regiões do estado, o que resultou na construção de cerca de 40 manifestações e paralisações que trouxeram vitórias aos estudantes: a conquista do passe-livre em Suzano, a derrubada da carteira estudantil no Tonato em Carapicuíba, entre outras.
A greve das redes técnicas iniciada pelos servidores e professores evidenciou um grave cenário de sucateamento na modalidade de ensino em São Paulo. Os estudantes marcaram firme suas reivindicações, você saberia dizer qual delas é a mais central e responsável por unificar tantos estudantes?
A principal pauta dos estudantes das escolas tanto durante quanto posteriormente à greve é a construção de uma ETEC que seja igual a do comercial, precisamos acabar com essa falsa propaganda de que a escola técnica paulista é modelo e não apresenta nenhum problema! A greve foi a oportunidade de pontuar os problemas estruturais e educacionais que existem no Centro Paula Souza.
Durante as tradicionais jornadas de luta que a UPES constrói e as paralisações nas escolas em agosto de 2013, o enfrentamento às direções escolares autoritárias foi tema recorrente nos atos. De que maneira a repressão ainda atinge o dia a dia das escolas em São Paulo?
Os estudantes enfrentam cotidianamente os resquícios da ditadura nas escolas: são impedidos de se organizar no movimento estudantil, montar o Grêmio Estudantil e, até mesmo de entrar 5 minutos atrasado na aula devido ao trânsito ou o ônibus que atrasou. Essas são situações de intolerância que infelizmente existe em nossas escolas.
Como jovem secundarista, presidenta da UPES, mulher e feminista à frente da entidade de máxima representação de sua classe estudantil em uma grande cidade como São Paulo, na construção cotidiana do movimento estudantil, quais experiências mais te marcaram?
Ter sido responsável por acompanhar a cidade de São Paulo durante um período foi extremamente importante. Entender a realidade do estudante paulistano (que é ímpar) e poder viver toda a complexidade da capital com todas as dificuldades que são apresentadas no cotidiano com certeza contribuiu muito para a minha formação.
Em pleno ano de 2014, em que cada dia mais os secundaristas se levantam e se organizam para mudar a sua realidade, você saberia definir qual é a cara da escola paulista e de seus estudantes?
Pós-manifestações de junho, os estudantes tem um anseio maior que antes, eles querem mudar a sua realidade cotidiana. A juventude se apresenta mais ousada e disposta a lutar por uma nova escola, que apresente perspectiva real na vida do estudante, uma escola que tenha estrutura adequada, democracia e uma grade curricular atrativa.
Em um estado tão grande como São Paulo, como discutir a diversidade de gênero, combater o racismo e a homofobia a partir da participação dos estudantes no movimento estudantil?
Combater a diversidade de gênero, o racismo e a homofobia é debater esses temas no cotidiano da escola, os Grêmios Estudantis precisam organizar rodas de conversa que quebrem os tabus e desconstruam a opinião que a mídia e a parcela conservadora da sociedade impõe.
Nas jornadas de junho e julho de 2013 os estudantes paulistas se destacaram nas manifestações contra o aumento e contra a forte repressão da polícia militar. Essa pauta deve reaparecer na próxima gestão?
A bandeira do Passe-Livre com certeza está entre as principais reivindicações dos estudantes, vamos organizar junto aos Grêmios e entidades municipais muitas manifestações e com certeza vamos conquistar a tarifa zero para os estudantes em muitas cidades.
O caos do transporte público é uma pauta permanente no histórico dos estudantes paulistanos. Sabemos que em algumas cidades a pressão do movimento estudantil tem colhido seus frutos, quais deles vocês destaca?
Recentemente os estudantes de Suzano começaram a usufruir do Passe-Livre, foram 12 anos de muita luta e manifestação, gerações de secundaristas foram às ruas no município junto a UMES Suzano e a UPES.
Das lutas permanentes que a UPES quer avançar ainda mais, quais são os desafios centrais a ser enfrentados na nova gestão?
Precisamos reconstruir a escola paulista: precisamos de mais estrutura, de democracia e da reformulação da grade curricular. Vamos também enfrentar a batalha pela aprovação da reserva de vagas nas universidades estaduais.
Iniciando um novo período, qual é a mensagem de coragem para gestão que se inicia?
Vamos ocupar as ruas do estado de São Paulo, conduzir essa gestão com muita rebeldia, com a cara dos estudantes e transformar a UPES numa entidade do tamanho dos sonhos paulistas.
(Comunicação da UPES)
MC Dasantiga e DJ Sinistro gravam clip de funk consciente em Salto
Publicado por Unknown on sábado, 22 de março de 2014
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Foto: Dunga Rodrigues
Se hoje é Correria,/ amanhã vem a vitória./ Lutando todo dia, mudei minha história |
Na tarde de 9/3 jovens saltenses participaram da gravação de um clip com o MC Dasantiga, na Chácara do Piloto, Bairro Laguna, em Salto (SP). A proposta do artista é trazer para a juventude um novo funk, o qual se diferencia da proposta do funk ostentação pela letra de protesto, esse novo estilo é chamado de funk consciente.
Roberto Carlos Bianchi, é o nome de batismo do MC Dasantiga, 31, casado, pai de família que diz buscar "através da música deixar sua contribuição não só com o entretenimento da juventude, mas também despertar um sentimento maior de respeito às comunidades e as pessoas simples que constroem o cotidiano das pequenas e das grandes cidades".
A produção do clip em Salto foi conduzida pela equipe do DJ Sinistro, produtor e membro do Grupo 9mm, da cidade de Valinhos (SP), a atividade ainda contou com a participação de vários jovens saltenses que curtem skate.
O secretário de Juventude do PCdoB Salto, Dunga Rodrigues, prestigiou o trabalho do MC Dasantiga e ficou muito feliz em ver a disposição do artista em não buscar apenas ser um nome entre as celebridades do gênero, mas em tentar ser uma referência do menino da comunidade dentre tantas comunidades brasileiras que mostra que é possível vencer com atitudes positivas.
TSE usa hashtag para conclamar jovens a votar em outubro
Publicado por Unknown on domingo, 2 de março de 2014
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De olho na participação dos jovens de 16 e 17 anos, cujo voto é facultativo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu lançar campanha em rádio e televisão, voltada para eles, nas próximas eleições. Com a intenção de lembrar a esses eleitores da importância do voto consciente, o tribunal vai utilizar também as redes sociais para tentar atingí-los.
Uma das estratégias será adaptar a hashtag #vemprarua para #vempraurna,
como forma de conclamar os eleitores jovens nas redes sociais. A
inspiração surgiu das manifestações de junho de 2013, quando a expressão
foi usada nas páginas que convocaram os protestos e nos cartazes
levantados pelos manifestantes. Segundo informações da assessoria do
tribunal, a campanha tem o objetivo de mostrar aos eleitores que é
possível promover as mudanças na vida política do país, por meio do voto
consciente.
Em discurso de posse, quando assumiu a presidência do TSE, o ministro
Marco Aurélio Mello já tinha ressaltado que o voto é a forma mais eficaz
de mudar a realidade política do Brasil, diferentemente dos protestos
violentos. “A vontade do povo é soberana, mas deve ser depositada nas
urnas, e não incendiada nas lixeiras das ruas”, disse o ministro à
época.
A campanha também alertará o cidadão que o dia 7 de maio será a
data-limite para tirar o título de eleitor com validade para as eleições
deste ano. Prazo também para a mudança de domicílio eleitoral e para as
pessoas com deficiência física solicitarem mudança de zona de votação
para locais que tenham acessibilidade.
Os eleitores também devem ficar atentos ao encerramento dos prazos para o
recadastramento biométrico, em alguns estados. No Acre, por exemplo, o
último dia para o recadastramento é neste sábado (1º). Outros estados
têm datas diversas para fim do prazo, ao longo de março, mas o prazo
limite será o dia 31 deste mês. Os municípios e as datas para o
recadastramento podem ser conferidos no site do TSE.
Greve à vista? Servidores rejeitam proposta de 16% oferecidos por Caveden
Publicado por Unknown on sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
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| Foto: Edemilson Santos |
Em Assembleia realizada no início da noite da noite de quinta-feira (27), os servidores públicos municipais de Salto (SP) decidiram não acatar a contraproposta do secretário da Administração Wilson Caveden, pois alegam que 16% com inflação é pouco, principalmente porque não estão sendo repostas as perdas.
Os servidores presentes indicaram um novo percentual nesta Assembleia para a negociação do sindicato, sendo agora de 20% de reajuste salarial.
Outro ponto bastante discutido foi a Cesta Básica, decidiram pela manutenção da cesta atual mais um complemento de 40% a ser pago em dinheiro, em duas vezes quando a prefeitura tiver disponibilidade. Aprovaram também o retorno do vale-alimentação dos motoristas para o valor anterior, R$ 50,00.
Os servidores que participaram da Assembleia, esperam que a prefeitura aceite as propostas votadas. A próxima Assembleia está marcada para dia 12/03, no mesmo horário, no Salão Paroquial São Benedito.
(com informações do vereador Edemilson Santos)
Raisuli se reúne com secretário de Esporte de Itu para discutir projetos de lazer e cultura junto da Nação Hip-Hop Brasil
Publicado por Unknown on terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
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| Foto: Dunga Rodrigues |
Na manhã de hoje (25) o presidente do PCdoB de Salto e vice-presidente nacional da Nação Hip-Hop Brasil, Raisuli Hudson da Silva, esteve em reunião como o secretário municipal de Esportes de Itu, Antonio Carlos Bertagnolli Júnior, para tratar de parcerias de cultura e lazer e para conhecer as experiências da secretaria comandada pelo comunista com os preparativos para sediar as delegações do Japão e da Rússia que ficarão na cidade durante a Copa do Mundo desse ano.
Acompanhado da presidente do PCdoB de Itu, Marta Cavalcante Cunha; do presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Mário Cunha; pelo recém empossado presidente Nação Hip-Hop Itu Alessandro do grupo Caminho Alternativo e por Dunga Rodrigues do Blog Nações Mais; Raisuli foi a secretaria de Esportes e depois visitou as obras do estádio municipal Dr. Novelli Júnior.
"Recebemos na semana passda, o Ministro dos Esportes, Aldo Rabelo e o técnico da seleção russa, Fabio Capello, e outros integrantes da seleção russa que vistoriaram as novas instalações e saíram todos daqui muito satisfeitos com a estrutura", disse Bertagnolli, acrescentando que o prazo estabelecido pela FIFA será devida cumprido.
Raisuli se disse "muito feliz em ver na prática o trabalho que o PCdoB vem fazendo nas cidades, nas quais ocupa a Secretaria de Esportes, a exemplo de Itu e o legado deixado ao país com o trabalho de Orlando Silva e de Aldo Rabelo nos últimos anos".
Rachel Sheherazade: a musa do fascismo midiático
Publicado por Unknown on sábado, 8 de fevereiro de 2014
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Por Natalia Padalko, no sítio da UJS
Violação dos direitos humanos, do Estatuto da Criança e do Adolescente e apologia à violência. A imprudência e irresponsabilidade social da “jornalista”, Rachel Sheherazade, que com seu típico tom de voz afetado, se referiu de maneira fascista ao tentar justificar a ação do grupo de rapazes que, em 31/01/2014, prendeu um adolescente acusado de furto e, após acorrentá-lo a um poste, espancou-o, filmou-o e divulgou as imagens na internet.
A moça lança mão de apelos morais, frases de impacto e declarações inflamadas, porém, é rasa quando se trata de dados, estatísticas, referências factuais e construções lógicas. Pilares da prática jornalística. Com seus truques discursivos, ela vai contra o ideal jornalístico da informação clara e democrática. A desonestidade intelectual dessa profissional medíocre fica evidente com suas opiniões não sustentadas e seu ar de superioridade moral irritante.
O jornalismo é (na teoria) um retrato da sociedade, e claro, é palco de disputas ideológicas entre correntes, entranhadas sob a máscara da “imparcialidade”. É nesse cenário, que essa personagem vem ganhando destaque representando as vozes reacionárias, conservadoras e fundamentalistas desse país. A “jornalista” usa a bancada no telejornal “SBT Brasil” para reforçar estereótipos e atacar princípios constitucionais como a laicidade do estado.
O caso ganhou muita repercussão nas redes sociais e o Sindicato de Jornalistas do Rio de Janeiro divulgou uma nota de repúdio contra a jornalista. “O Sindicato e a Comissão de Ética do Rio de Janeiro solicitam à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que investigue e identifique as responsabilidades neste e em outros casos de violação dos direitos humanos e do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, que ocorrem de forma rotineira em programas de radiodifusão no nosso país. É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, diz a nota.
Na edição da última quinta, Joseval Peixoto, que divide a bancada com Rachel, comentou a repercussão dos comentários da colega e perguntou: “você é uma mulher cristã, tem filho, você é dura. Você é a favor da violência?”. Rachel responde: “não sou a favor da violência, estou do lado do bem, sou uma ferrenha crítica da violência. Defendo a paz e a segurança.” Em seguida, Joseval destacou a que opinião dos âncoras é só deles, e não é “a opinião da casa, esta é feita por meio editorial”.
Relembre a declaração de Rachel Sheherazade na íntegra:
“O marginalzinho amarrado ao poste era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro.
No país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível. O Estado é omisso, a polícia é desmoralizada, a Justiça é falha. O que resta ao cidadão de bem que, ainda por cima, foi desarmado? Se defender, é claro.
O contra-ataque aos bandidos é o que chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um Estado de violência sem limite. E, aos defensores dos Direitos Humanos, que se apiedaram do marginalzinho preso ao poste, eu lanço uma campanha: faça um favor ao Brasil, adote um bandido”.
E o Justin Bieber?
Novo vídeo nas redes sociais compara o que a apresentadora disse sobre o “marginalzinho” amarrado num poste com as estripulias de Justin Bieber. A pergunta que rola na rede: “Por que um é garoto problema, que só está crescendo, e o outro é um marginalzinho safado?”
Branco, famoso, rico – um adolescente com problemas, “atire a primeira pedra quem nunca teve problemas.”, diz a jornalista.
Negro, anônimo, pobre – “um marginal com a ficha mais suja que pau de galinheiro. Esta com pena? adote um bandido”, finaliza Rachel.
Certeza que o Justin Bieber sofre mais que um garoto pobre de periferia… Coitadinho do Justin!




















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